O infarto agudo do miocárdio (IAM) é responsável atualmente por 17 milhões de mortes no mundo todo, 96 mil só no Brasil, sendo a primeira casa de óbitos no mundo e a segunda no país. Fatores como tabagismo, obesidade, diabetes, hipertensão arterial sistêmica, deslipidemias e sedentarismo estão estreitamente relacionadas a episódios de IAM.

A fisioterapia entra com o intuito de inserir o indivíduo na fase pós-IAM em um programa de reabilitação, que busca a melhora na qualidade de vida através da redução da mortalidade e da morbidade.

Seguindo fases de maneira contínua, o fisioterapeuta atua desde a fase hospitalar até a fase de manutenção do condicionamento, com exercícios físicos cujas intensidades são intensificadas de maneira progressiva. Com uma correta conduta, o paciente que sofreu um IAM pode retornar a sua vida normal com riscos substancialmente diminuídos de uma nova ocorrência.