Existem diversos tipos de distrofias musculares, que atingem desde crianças no período neonatal até pessoas na 6ª década de vida. O quadro clínico é muito variado, mas destacam-se os comprometimentos do sistema musculoesquelético e respiratório.

Não há cura para essas doenças, no entanto, um programa de reabilitação interdisciplinar é essencial para pacientes com distrofias musculares na tentativa de preservação de sua independência funcional, (re) inserção social, familiar e profissional.

A presença da fisioterapia é de vital importância na vida desses pacientes, e atua no intuito de promover a máxima independência funcional possível em cada fase da doença.